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Machu Picchu, que isso?

Atualizado: 22 de Abr de 2019

Sempre pensei que Peru = Machu Picchu. Tolinha. Machu Picchu é maravilhoso, mas sem a história que permeia aquele local e o povo que viveu ali, seria apenas mais uma vila de casas de pedras sem telhado, com uma bela montanha ao fundo. Pelo seu contexto, elevo Machu Picchu ao título de Arte (rs, quem sou eu pra fazer isso?).

Machu Picchu



A chegada até Machu Picchu

Fomos de trem de Ollantaytambo até Águas Calientes, conhecida como Machu Picchu Pueblo. O trem demorou um pouco e a estação estava bem cheia, mas o bom é que tem lugar para comprar o que comer e beber, além de ter banheiros limpos disponíveis, então dá pra esperar vai!


O trem anda circundando o rio Urubamba o tempo todo. Durante o trajeto paramos umas 4 vezes, ele havia quase descarrilado, mas nada perigoso. O ápice foi quando faltou luz no nosso vagão e uma funcionária passou com a lanterna do celular falando que estava tudo bem, rs.


Em Águas Calientes você não sentirá falta de nada. Há inúmeros restaurantes, hotéis, mini mercados... Aliás, aproveite esse momento para comprar repelente e protetor solar. Será importante quando você estiver torrando a cabeça no Sol da montanha e rodeado de mosquitos.

Coloque na sua bolsa protetor solar e repelente.


No dia seguinte tomamos um ônibus para subir até a entrada do parque. Para embarcar é necessário que você apresente o ingresso da entrada, ok?! Há uma fila e os ônibus saem conforme vão enchendo.


Até lá, só emoção.



A entrada no parque - Machu Picchu

Chegando à entrada da reserva há banheiros e guarda volume pagos. Aproveite para usar o que precisa pois lá dentro não tem como fazer e nem comprar nada.


Há uma barreira de guias particulares até chegar às catracas. Mas quando você finalmente chegamos foi necessário apresentarmos, além do ticket de entrada, o nosso passaporte.


Aí se prepare: você anda, sobe, desce, pára pra foto, sobre de novo e desce de novo e anda, anda, anda. Para isso vá preparado. Invista em um tênis para trilha leve e um agasalho (de manhã é frio, mas logo esquenta e você não irá mais aguentar ficar com ele). Lembre de passar o protetor solar, o repelente e tomar um gole de água (não exagere, lembre-se que não terá banheiros para usar).


Tentamos subir o Wyna Picchu, que na verdade é a montanha que aparece na maioria das fotos. Esse acesso não está incluso no ticket de Machu Picchu e deve ser pago a parte. Há duas trilhas, uma de 45 minutos, que não tive coragem por causa do paredão sem nenhum corrimão e a trilha maior, onde se chega ao pico, de aproximadamente 2 horas. Lembrando que essa aventura é paga e cansativa para os despreparados e aqueles que tem dificuldade com altura e mobilidade, ok?!


É aí que você pode dar aquela carimbada no passaporte de entrada em Machu Picchu. Fica lá a disposição pra qualquer um carimbar (nem sabia que podia incluir essas coisas não oficiais no passaporte).


Saímos e comemos em um restaurante que fica logo na saída do parque. Não há oferta variada de

restaurantes, então, planeje-se para não passar fome, caso não queira pagar por uma refeição. Já tínhamos reserva e valeu muito a pena pois o buffet era bem variado e tem sempre as "bandinhas" peruanas pra alegrar o almoço.


Do lado de fora os ônibus ficam esperando os turistas para descer novamente até Machu Picchu Pueblo.


De lá voltamos para Cusco no trem top que tem até lanchinho. Tem banheiro, um show típico e um desfile de roupas. Tudo muito divertido.


Enfim, conhecemos muitos outros lugares no Peru. Cusco, Ollantaytambo, Águas Calientes, Machu Picchu Pueblo, Pukará, Puno, Uros, Taquile, Lima... Ah Lima, sua danada.





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